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Melhoria Relatórios e indicadores

Ranking justo de atendente: venda a cliente separada do consumo da equipe

Pergunte à ALIV ou ao suporte quantos pedidos cada atendente lançou separando venda a cliente do consumo de funcionário (o que ficou na Conta Funcionário). Antes o relatório de funcionários somava tudo junto, e o consumo interno inflava o número do vendedor. Agora dá pra comparar atendente com a IA do WhatsApp de forma justa.

O que mudou

O relatório de funcionários do Aliv Hub conta, para cada atendente, todos os pedidos que ele lançou no sistema — caixa, garçom, PDV. O problema é que esse total misturava dois tipos de pedido muito diferentes: a venda de verdade, feita para um cliente, e o consumo da própria equipe, aquele pedido que fica na Conta Funcionário e é descontado depois. Para quem olhava só o número de pedidos ou o faturamento do vendedor, o consumo interno entrava no meio e inflava o resultado.

Agora existe uma leitura que separa as duas coisas. Para cada atendente, o sistema mostra quantos pedidos foram venda a cliente, com o valor correspondente, e quantos foram consumo de funcionário, também com o valor. O critério é o mesmo da tela de pedidos: pedido pago na Conta Funcionário é consumo; o resto é venda a cliente. Os totais continuam batendo com o relatório de funcionários, porque a base é exatamente a mesma — a diferença é que agora a venda real aparece destacada do consumo da equipe.

Por que isso importa na operação

Em pizzaria é comum a equipe comer no próprio turno, e esse consumo entra como pedido no nome de quem lançou. Quando o dono quer saber quem vendeu mais, ou comparar um atendente com a IA que atende no WhatsApp, o consumo interno atrapalha a conta: um caixa que lançou vários pedidos da equipe parece ter vendido mais do que de fato vendeu para clientes.

Com a separação, a conversa fica honesta. O dono vê a venda a cliente de cada atendente, que é o que realmente importa para medir desempenho e para comparar com os canais automáticos. O consumo da equipe não some — ele aparece do lado, para quem quiser conferir quanto saiu na Conta Funcionário —, mas não é mais confundido com venda. Isso evita decisão errada sobre produtividade da equipe e deixa o comparativo entre pessoas e IA no mesmo pé.

Como usar

Com a chave do Claude cadastrada, é só perguntar à ALIV, por voz, ou ao atendimento do suporte, em linguagem natural. Alguns exemplos:

A resposta já vem separada: pedidos e valor de venda a cliente de um lado, pedidos e valor de consumo de funcionário do outro. Você pode pedir por hoje, por um dia específico ou por um período. Para quem prefere a tela, o relatório de funcionários continua em Relatórios, com o total por pessoa; a separação por cliente e consumo é a leitura nova que a ALIV e o suporte entregam a partir dos mesmos pedidos.

Perguntas frequentes

O que conta como consumo de funcionário?

É o pedido pago na Conta Funcionário, aquele que fica na conta da equipe para acerto depois. O critério é o mesmo que a tela de pedidos já usa, então bate com o que você vê no sistema.

Os números batem com o relatório de funcionários?

Sim. A base é a mesma: os pedidos lançados por cada atendente, sem os cancelados, no período escolhido. A diferença é que agora a venda a cliente aparece separada do consumo da equipe, mas a soma dos dois dá o mesmo total do relatório.

Consigo comparar um atendente com a IA do WhatsApp?

Sim, e de forma justa. Como o consumo interno fica de fora da venda a cliente, dá para colocar a venda real do atendente ao lado do que a IA fechou no WhatsApp sem o número de um estar inflado pelo consumo da equipe.

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